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medo da morte

Medo_da_morte

fonte:


Open Source Ecology

http://opensourceecology.org/

A Network of Farmers, Engineers, and Supporters Building the Global Village Construction Set


The Global Village Construction Set (GVCS) is a modular, DIY, low-cost, high-performance platform that allows for the easy fabrication of the 50 different Industrial Machines that it takes to build a small, sustainable civilization with modern comforts.

Cassiopeia Project

Cassiopeia Project é a iniciativa de um físico aposentado para divulgação da ciência. Ele considera que ela nunca recebeu o devido valor por pessoas que não trabalham em áreas científicas e começou a produzir videos explicativos em computação gráfica, com a ajuda de outros cientistas. Os vídeos são bem simples, mas muito bem elaborados (todos em inglês e disponíveis pra download nos formatos MOV e WMV, com versão em alta definição).
http://www.cassiopeiaproject.com/

será o java o novo cobol?

Fonte: http://borba.blog.br/2011/02/sera-o-java-o-novo-cobol/

Será o Java o novo COBOL?

O projeto Green foi iniciado em 1991 pela Sun com a intenção de criar uma plataforma para desenvolver sistemas embarcados, em especial para set-top boxes da indústria de tv a cabo. Nesta época a internet era menor que uma ameba se compararmos com hoje. A web já existia (foi criada em 91), mas ainda não era notada. Apenas em 94, quando o browser Mosaic foi criado é que a world wide web começou a ser popularizada. O pessoal da Sun não esteve alheio a esse movimento e ainda em 94 redirecionou o projeto para web. Finalmente em 1995 a plataforma Java (rebatizada) foi lançada, já contando com o suporte do principal browser da época, o Netscape.

O Java trouxe uma quantidade imensa de inovações para a indústria de desenvolvimento de software na época: máquina virtual, multi-plataforma ("write once, run everywhere"), garbage collector e em especial a integração com a web através dos applets. Foi como juntar a fome com a vontade de comer. A web começando a bombar no mundo todo e uma plataforma de desenvolvimento inovadora e integrada com essa nova tecnologia.

Identificado como inovação o Java aglutinou o interesse de inúmeros desenvolvedores open source, que com suas criações e o poder de difusão da web, alavancaram em tempo recorde o Java para ser a principal plataforma de desenvolvimento de software do planeta. As grandes empresas não ficaram de fora e com mais alguns investimentos tornaram Java também a principal solução para o mundo enterprise. Curiosamente os applets que foram a ponta de lança para a divulgação da plataforma acabou não tendo sucesso.

A característica multi-plataforma do Java prejudicava diretamente a estratégia da Microsoft, que dependia de máquinas Intel com o sistema operacional Windows. A Microsoft não deixou barato e em 2002 lançou o .NET Framework, que era conceitualmente uma cópia do Java, mas que só rodava no Windows. A partir deste momento, as duas plataformas começaram a disputar uma corrida de inovações para conquistar mais mercado. A cada nova versão, cada plataforma trazia inovações que superavam a outra. Neste processo, a Microsoft acabou por conquistar uma boa fatia do mercado, porém sem desbancar a liderança do Java.

Essa tendência se manteve ao longo dos anos, mas desde 2006 a Sun não lançou mais nenhuma nova versão do Java. Como Java parou no tempo e a a Microsoft com sua política fechada de preservação do Windows não atrai os desenvolvedores open source, a inovação começa a aparecer em outras plataformas como o Ruby (on Rails), Python, Scala, Groovy, Closure, Erlang, etc. Todas essas novidades, são absorvidas rapidamente pelas startups, mas não pelas empresas tradicionais, e portanto o cenário de liderança de Java nesse setor ainda não mudou.

No início do ano passado a Oracle concluiu a aquisição da Sun, e no final de setembro divulgou o roadmap do desenvolvimento do Java dos próximos 2 anos. O resultado foi esperado, o Java vai levar 2 anos para incorporar as novidades apresentadas por essas linguagens. Para quem procura inovação, é um balde de água fria, porém é uma estratégia conservadora e segura para as empresas tradicionais (que são típicos clientes Oracle).

O COBOL durante muitos anos também foi a principal plataforma para desenvolvimento de Enterprise software, mas não conseguiu acompanhar a evolução tecnológica. Hoje COBOL existe apenas no legado. Mas o que aconteceu com COBOL? O que fez ele perder a liderança?

A partir de meados da década de 70, começam a surgir e se popularizar os computadores pessoais. Durante a década de 80 esse fenômeno começa a atingir as empresas, em especial as que não tinham condições de ter um mainframe. COBOL é uma solução forjada para o mainframe, e os microcomputadores demandavam plataformas de desenvolvimento novas, mais adaptadas as suas características. Neste cenário, soluções como o Clipper eram cada vez mais usadas especialmente para pequenas empresas, que não tinham dinheiro para comprar um mainframe. Nenhuma dessas plataformas (como Clipper, Delphi, VB, SQLWindows, etc) conseguiram substituir em larga escala o COBOL nas grandes empresas. Essa substituição maciça em só acontece com a adoção do Java, combinada com o aparecimento do Linux e a evolução do Windows.

O cenário atual parece criar um momento semelhante ao que foi vivido pela revolução da microinformática, mas com algumas diferenças significativas.

A revolução atual é o cloud computing. Java, diferentemente do COBOL na época dos micros, ainda é adequada para soluções cloud, além disso, falta surgir uma plataforma tão disruptiva e confiável quanto foi o Java em seu tempo. A estratégia da Oracle compromete a liderança de Java como uma plataforma inovadora, mas não sua posição para soluções Enterprise. COBOL foi criada no final da década de 50 e levou uns 40 anos para ser desbancada. O domínio de Java não deve durar tanto, mas ainda será uma aposta confiável para sua empresa por vários anos. De quebra, ainda não sabemos quem será seu sucessor. Java é sim o novo COBOL, mas essa é a pergunta errada. A pergunta correta é quem será o novo Java?

Nota do autor: Nunca programei em COBOL, não sou tão velho assim.

Clojure on Google App Engine

Feliz Dia das Mães!

A todas atuais e futuras mães, parabéns pelo seu dia 
360

TDD'ing Google APP Engine (links)

Maré de Agilidade (14 a 16/abr, UNEB) / Arduino Hack Day (30/abr, Area1) - Métodos Ágeis e Robótica na Bahia!

Maré de Agilidade - Edição MAREBASE: Bahia, Alagoas e Sergipe. Uneb, 14 a 16/abr/2011
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Um evento feito por e para comunidades, o Maré de Agilidade vem fomentando a "cultura" ágil pelo país. Depois de percorrer vários estados, as Ondas do Desenvolvimento Ágil retornam novamente a Salvador, na edição MAREBASE. O evento está sendo organizado pelo Grupo LinguÁgil e será parte do ERBASE 2011 - XI Escola Regional de Computação Bahia Alagoas e Sergipe.

Planejamentos realistas, adaptáveis a mudanças; software com qualidade real, dentro do prazo; equipes motivadas e produtivas; retorno rápido do investimento. Mini-cursos, palestras e discussões com importantes nomes do cenário nacional (Alexandre Gomes, Manoel Pimentel, Klaus Wuestefeld, Rafael Sabbagh, Christiano Milfont,  Bernardo Heynemman e tantos outros) sobre as novas tendências em gerência de projetos e técnicas de desenvolvimento de software que constituem atualmente o grande diferencial de empresas como Apple, Google, Microsoft, Yahoo e Globo.com.

Mini-cursos:
  • 14/04 - Coaching para Times Ágeis, Desenvolvimento web com Sencha/Javascript, Escopo Flexível de Projetos
  • 15/04 - Criando uma Cultura de Aprendizado, User Experience (UX) Design em Processos Ágeis, Workshop Scrum e Práticas de Eng. de SW

Palestras:
  • 16/04 - Coaching, Kanban, Empreendedorismo, Scrum, Agile Testing,  TDD/BDD, Cultura de Aprendizado, Estimativas Ágeis e Painel com Todos Participantes

Local: UNEB, Cabula, Salvador - BA

Inscrições pelo site, pagamento no local: A partir de R$35 (Consulte descontos para estudantes, professores e membros da SBC)

Programação detalhada, inscrições e mais informações em http://www.maredeagilidade.com.br

apagão na Bahia: Saiba como pedir o ressarcimento de eletrodomésticos

Saiba como pedir o ressarcimento de eletrodomésticos

Os consumidores que se sentiram lesados  pelos prejuízos decorrentes das quedas de energia e apagões  procurarem os postos de atendimento da COELBA ou registrem a ocorrência pela internet ou telefone, solicitando  o devido ressarcimento dos prejuízos. O prazo para registrar a ocorrência é de até 90 dias e os consumidores devem apresentar o número de contrato com a Coelba no momento da reclamação.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que regulamenta o serviço de fornecimento de energia, as empresas têm até 10 dias para vistoriar os aparelhos que apresentaram defeitos. Em casos de aparelhos essenciais, como geladeira, o prazo é de 24 horas. Alimentos perecíveis que estragaram em decorrência do defeito na geladeira não são ressarcidos pela empresa.

Após a inspeção dos produtos, a empresa tem até 15 dias para comunicar a decisão. O ressarcimento ou conserto do aparelho deve ser concluído em, no máximo, 45 dias após o registro da ocorrência.

Além dos danos com aparelhos eletrônicos, o consumidor também tem direito a uma compensação financeira pela energia não recebida. A Aneel estabelece índices de frequência e duração para as  interrupções no fornecimentos – como pode ser conferido na própria conta de energia. Caso os índices não sejam respeitados, as empresas têm 60 dias para ressarcir o consumidor.

A QUEM RECORRER

Coelba - Os consumidores podem solicitar o ressarcimento dos prejuízos pela internet, por meio do site (clique aqui para acessar), pelo telefone 0800-071-0800 ou nos postos de atendimento nos SACs.

Aneel - Reclamações e denúncias pelo 167.

Procon - Informações: 71  3321-9947.

Juizado Especial de Defesa do Consumidor - Informações: 71 3353-7130.